-Pois hoje caminho com passos vazios
por ruas de pedras de outra cidade
que nem imaginam da minha vontade
o quanto me faltam teus toques macios
Cada novo passo é como se o rio
que corre em silêncio escondendo a verdade
soubesse o segredo da minha saudade
e o quanto minh'alma tem medo do frio
A tua ausência é o que há de mais presente
as cores desbotam, o tempo não passa
sorrisos se tornam semblantes dormentes
Tua ausência transforma alegria em fumaça
meu riso em murmúrio, liberdade em corrente
e faz do paraíso um deserto sem graça
[Gil Costa]
Calou fundo n'alma...
ResponderExcluirCada novo passo é como se o rio
que corre em silêncio escondendo a verdade
soubesse o segredo da minha saudade
e o quanto minh'alma tem medo do frio
Belíssimo!
Sempre visito os blogs que mais aprecio como quem vai ao supermercado... minto, como quem vai à caça... como quem procura alimento [de uma ordem diversa daquele de que necessita o corpo, óbvio] a idéia é de a.fagos.citar pela fome saciada...
ResponderExcluirAqui o alimento é farto, agridoce e quente...
P.S.: é hoje inda é quarta... :)
ResponderExcluirP.S.2: agora que percebi o título rs... :)
A ausência é sempre uma dor que penetra nossa alma sem permissão de nos fazer sofrer, mas sempre fica cada vez mais forte.
ResponderExcluirBelo poema, profundo e tocante.
Bjs.
Não penso que um rio esconda a verdade, eles apenas preferem revelar ao mar...
ResponderExcluirE bonita a poesia.
Fique com Deus, menina Gil.
Um abraço.
AMO ESTA MÚSICA!!!PARABÉNS!!!AMO ESSE SEU MUNDINHO!!!PARABÉNS!!!DESEJO Á VC.UMA LINDA SEMANA CHEIA DE AMOR!!!BEIJOS DOCES!!!
ResponderExcluir