quarta-feira, 29 de abril de 2009

Não [sei] mais.

Ando esquecendo como escrever seu nome;
Esqueci como segurar sua mão aflita;
Esqueci como entender coisa não dita;
Esqueci como ser feliz sentindo fome;
Esqueci seu riso...

Hoje sinto que os dias parecem anos,
Não sei mais como ser improviso ,
Quando falha todo e qualquer plano.

[, minhas]

4 comentários:

  1. Gil,

    Tenho uma dificuldade imensa em entender "coisa não dita", tmb, principalmente qdo os ouvidos, o coração a alma e o sentimento, pedem isso.

    Lindo, lindo! Parabéns!

    Um beijo,

    ℓυηα

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  2. nessa cidade onde passo e olho predios em construção, sinto aperto em dizer: meu quarto, meu apartameno... sinto ânsia de encontrar um lugar onde não me esbarro nas paredes, onde só nós conhecemos. Permanecer nu com a sensação de ter encontrado. talvez aqui... um lugar onde possa escutar um susurro, e que nada me diz, como uma brisa, mas que me envolva com seu corpo frio. H. F.

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  3. Esquecer é a forma mais fragil de defesa porem a mais superficial..

    FANTASTICO o texto... (como sempre rs) Parabens

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  4. Vim conhecer seu blog, adorei!!
    Lindo texto!

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..me fale então!