Estou ensaiando bem a covardia,
a custa de uns treinos exaustivos percebo:
estou ficando implosiva, e mais inerte,
morna a cada dia...
Ensaio como se fosse realidade
Encolho, me'escondo do enfrentamento
e torno a covardia minha grade,
aprisionando cada sentimento.
Fico eu, contando dores invisíveis;
Fico eu, premeditando novas dores;
Fico eu, redesenhando meus valores;
Fico eu, procurando por amores;
Fico eu, bebendo mágoas infalíveis;
Fico eu, e minhas farsas insensíveis
Aqui,
Cantando o réquiem dos perdedores...
[, minhas]
Nossa Gil que coisa mais linda este poema, to aqui me delciando com suas palavras, bem intenso e doce ao mesmo tempo.
ResponderExcluirUm grande bjo!
Ando com medo de ti flor...como alguém pode me ler tão bem assim?? Acho que compartilhamos uma alma aflita, intensa, exaltada...
ResponderExcluirbeijos flor, com cheiro de jasmim
Ai, que delícia essa leitura, garota! Suas palavras transbordam a emoção. Fico feliz em poder "lê-la"...é sempre um prazer.
ResponderExcluirUm beijo,
ℓυηα
implodindo...
ResponderExcluirgostei de ver o fundo!
bj...