Incompetência intensa e gritante para achar o equilíbrio necessário
entre a ausência cortante e diária
e a presença exaustiva e sufocante;
Quando falo, é bem mais do que devia
e se calo, o silêncio vira inferno
se me ausento vem logo o inverno
se aproximo, eu afogo a euforia
Haja em mim tanto vil amadorismo
em viver, em medir a dose certa
pra que a vida não seja mão deserta
Mas também que não chova ceticismo
e inunde o meu peito em egoísmo
e transborde a ferida hoje aberta...
[,minhas]
Flor, meu coração fala pela tua boca...vou colocar esse poema no meu blog tá? Com os devidos créditos, claro!!!
ResponderExcluirBeijos de vida
que poema lindo. adorei muito intenso. que a vida seja sempre vivida sem amadorismo. bjss
ResponderExcluir... não conhecia este mundo de cá, gostei um tanto!
ResponderExcluirbeijos meus
^^
e é claro que vc sabe viver!!!!
ResponderExcluirP. Jr