segunda-feira, 23 de março de 2009

"Que o amor me possa dar tudo que espero: a cálida manhã, o aflito, esquivo carinho, que se faça mais sincero quanto o meu corpo reclamá-lo vivo... Que me dê a alegria de uma infância molhada de um abril fresco e macio. Que me traga um perfume de distância, de frutos, flores, sombras quentes, frio... Que o amor me seja a luz doendo em lentas oscilações de adeus na montanha... Que o amor me seja a escada, o meu pomar, o pouso, as madrugadas friorentas, o corpo claro, a voz, a febre estranha, e o reino, e o reino para além do mar..."

(Alphonsus de Guimaraens Filho)




Um comentário:

..me fale então!