Os meus verbos já não tocam seus ouvidosnão confesso o que sinto há muito tempo,
Os meus pés, de tanta busca, estão feridos
minha alma se calou sem argumentos.
Já não faço mais questão de ser saudade,
mas saudade nunca foi nem é escolha.
Minha vontade fraca e parca é só uma folha,
carregada ao nome seu que é tempestade.
Os meus versos já não tocam sua leitura,
mas me deito em minhas letras imprecisas
e me entrego débil,
à força da loucura...
[,minhas]
entregue-se.
ResponderExcluirAPS
E depois o fim a ausência (do amor que era, e agora não é mais), as perguntas sem respostas (onde foram parar os dias tranquilos e alegres?), e a incerteza (de ser memoria ou esquecimento).
ResponderExcluirPasso por isso agora.
Querida você escre muito bem!!!
ResponderExcluirQue linda poesia,
Sabe que eu queria ser saudade de alguém?!
Bjs