Meu peito as vezes é um jardim
de rosas claras do amor mais doce
como houvesse toda a vida em mim
como se tudo colorido fosse
Noutras vezes, solo e pá de cal
onde enterro um amor do passado
de uma ausencia profeta do mal
que meus olhos miram, cansados
Guarda em si a força e a dor da morte
e o peso da desesperança
como fosse o mais seco dos cortes
Mas renasce e como uma criança
gira e roda e ri o riso mais forte
e faz da vida deliciosa dança;
[Gil Costa]
Do pulso que pulsa e dança no ritmo do coração... ;) Belíssimo, niña! :D
ResponderExcluirBonito, mas não é só o teu coração, mas de todos que procuram o seu lugar no mundo...
ResponderExcluirFique com Deus, menina Gil.
Um abraço.