É vazia a mão que trago, trêmula e indecisaÉ vazia e imprecisa a vontade do meu peito
É vazio até o leito em que minha fronte repousa
É vazia a dor que pousa no ninho da minha calma
É vazia a minha alma e todas suas tentativas
É vazia e nada viva a estrada que sigo agora
É vazio o amor que outrora era doce e necessário
É frio como um caixão,
É vazio o coração
Que já foi um relicário.
[,minhas]
Ola gil lindas palavras.
ResponderExcluirO Fim pode ser o recomeço de uma nova tragetória de vida.
Oi amiga.
ResponderExcluirQue é isso? Vamos lá encher a moral.
Gil que é Gil, tem sempre o astral em cima. Estou a falar assim, mas às vezes não é fácil amiga.
As palavras são bonitas mesmo quando são mais nostálgicas. Eu também sou assim. Sou Gil.
Beijos para a Gil Costa,
do Victor Gil
Kindo demais este texto, Gil tão profundo e intenso como tudo que escreve...
ResponderExcluirAs vezes o vazio é tão grande que chega a preeencher todos os espaços..
bj grd
Bonito mesmo o poema. Fino e fundo.
ResponderExcluirbj
e eu vou procurar então preencher vc de notas e acordes... bjo, saudações musicais!
ResponderExcluirAPS
lindo poema!
ResponderExcluirbj