sábado, 19 de setembro de 2009

No fim.

É vazia a mão que trago, trêmula e indecisa
É vazia e imprecisa a vontade do meu peito
É vazio até o leito em que minha fronte repousa
É vazia a dor que pousa no ninho da minha calma
É vazia a minha alma e todas suas tentativas
É vazia e nada viva a estrada que sigo agora
É vazio o amor que outrora era doce e necessário
É frio como um caixão,
É vazio o coração
Que já foi um relicário.

[,minhas]

6 comentários:

  1. Ola gil lindas palavras.
    O Fim pode ser o recomeço de uma nova tragetória de vida.

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  2. Oi amiga.
    Que é isso? Vamos lá encher a moral.
    Gil que é Gil, tem sempre o astral em cima. Estou a falar assim, mas às vezes não é fácil amiga.
    As palavras são bonitas mesmo quando são mais nostálgicas. Eu também sou assim. Sou Gil.
    Beijos para a Gil Costa,
    do Victor Gil

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  3. Kindo demais este texto, Gil tão profundo e intenso como tudo que escreve...

    As vezes o vazio é tão grande que chega a preeencher todos os espaços..


    bj grd

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  4. Bonito mesmo o poema. Fino e fundo.
    bj

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  5. e eu vou procurar então preencher vc de notas e acordes... bjo, saudações musicais!

    APS

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..me fale então!