Não há como conhecer-me pelas costasse meus olhos contam mais da minha vida
que as palavras que eu rascunho,
e que sei que você gosta,
bem mais que os boatos, dessas bocas atrevidas,
Não há como conhecer-me sem tocar-me
pois minha pele tem uma temperatura
que dispara o mais infame dos alarmes
e faz fogo e luz na noite mais escura
Não há como conhecer-me à revelia
só pelo que corre no disse-me-disse
das beatas, cultivando suas manias
Não há como conhecer-me sem despir-se
a nudez é de essencial valia, e lembre-se,
amar é experiência, não crendice...
[,minhas]
Não há como compreender a beleza das palavras sem estar aberto a elas...
ResponderExcluirmuito legal o texto....
http://opensamentocorrente.blogspot.com
Ai, meu Deus...por que tem que ser assim, né?
ResponderExcluirNunca nos contentamos com doses homeopáticas. =\
Beijo, Gil.
ℓυηα
Que belo poema! gostei muito, intenso.
ResponderExcluirobrigada pela visita.
abraços.
Gente!
ResponderExcluirIsso é lindo!
:)
Pedro Antônio
isso, além de lindo, é um belíssimo 'convite'... bjo, saudações musicais!
ResponderExcluirobs: gostei da nova foto/identidade do blog!
APS