Vou plantar no jardim das tempestades,umas brisas, sementes de esperança,
como se cada passo fosse dança,
como se cada dia, uma saudade.
Vou fazer do seu nome, liberdade,
pra minha boca chamar em noites frias,
é que, mesmo calado, o peito brade,
como hino de paz e calmaria.
Vou fazer de seus lábios, minha meta,
como quem busca água e comida,
em cidade destruída e deserta.
Vou fazer de seu colo, a medida,
mais exata pra minha acolhida,
quando a vida for cinza e incerta.
[, minhas]
Minha filha a cada poema vc melhora. Nossa Senhora!!!
ResponderExcluirbeijos amei esse.
K.F
flor...como sempre: MARAVILHOSO!!!
ResponderExcluirbeijos muitos
Belo poema!
ResponderExcluirbjos
Ai, Gil...isso me fez arrepiar!
ResponderExcluir"Vou fazer de seu colo, a medida,
mais exata pra minha acolhida..."
Que coisa mais linda!
ℓυηα