Tinha vontade dobradinha, silenciosa, uma rua, e um beijo do outro lado Um menino encolhido assustado, poema aqui, lá, reticência, riso e prosa
Tinha pegadas, mas não tinha nenhum mapa
Tinha sol, e eclipse também
Tinha dia e noite, mas não tinha data
E um homem reticente por alguém...
Tinha sorriso largo em dias de abril, um não saber, que era tudo que sabia
Um coração confuso, bobo e arredio
Tinha uma espécie de segredo dia-a-dia
E uma esperança tão graciosa e pueril
Que era impossível colocar na poesia.
[,minhas]
Muito lindo! Profundo mesmo! É como se fosse possível visualizar todo o acontecimento, todas as faces... Parabéns!
ResponderExcluirGil, muito poético. Adorei. Manoel.
ResponderExcluirUma colagem de elementos, como comentaram acima. Concordo, tmb consegui "viver" a situação.
ResponderExcluirMuito bonito, Gil.
Um beijo,
ℓυηα
eu gostei
ResponderExcluirrs
apesar da vida me roubar momentos de leitura dos amigos blogueiros
sempre que puder estarei passando por aqui
Abraços
Continue escrevendo.
Era impossível colocar na poesia, mas era possível de poesia toda aquela beleza que estava sentada numa calçada observando o horizonte se despedir do crepúsculo para ocupar um lugar no infinito dos sonhos.
ResponderExcluirBeijos, querida.
Ei, Gil!
ResponderExcluirQue saudade de você! :)
Um beijooooooo.
Pedro Antônio
ei gil!
ResponderExcluirgostei!
"Tinha vontade dobradinha, silenciosa, uma rua, e um beijo do outro lado"
as palavras volteiam elas próprias...e eu fui junto. passeio gostoso que você me deu...
volte sempre lá no iilógico.
bju-te
gil
ResponderExcluiras crianças em nós não precisam colocar nada em lugar nenhum
basta nos tirarem do sério
felicidades
- hp