Minhas mãos tremem tanto, confesso... E já nem sei se a letra é legível, nem se há como tocar o intangível, ou aplacar o que flui de tanto excesso, ilegível ou não, agora as meço, há em mim um medo do exagero, como medo há da falta que me toma, quando ausentas de mim a tua mão, o que em mim é covarde, agora soma, a um temor que é febre e nada doma, e faminto, devora o coração.
[, minhas]
[, minhas]
Intensidade...essencial.
ResponderExcluirℓυηα