" Essa vontade tão ingênua e infantil
de ser único papel na tinta dele
toda a cor que ele usou na aquarela
ao pintar seu sentimento mais febril
E esse querer ser todo ar que ele respira
ocupar cada segundo em seus ponteiros
ser cada gota de suor que ele transpira,
cada cena e movimento em seu roteiro.
E se não sou, me entrego a torpe histeria
faço eu mesma de minha vida objeto
transformando balé em paralisia
esqueço o doce e suave gosto do afeto
por querer ser tudo em sua poesia
morro em mim: cansada, triste e incompleta."
[, minhas.]
Flor, e esse sentir demais que nos deixa estranhos...
ResponderExcluirlindo blog, vou voltar mais vezes...
beijos doces