Só queria a coisa antiga da simplicidade
como quando era sem dor,
como quando mão na mão...
como quando intuição,inda ajudava eu me achar.
queria o cheiro inocente da chuva
encaixando como luva na despedida do sol
e o sentimento incomparável
daquela atenção amável me cobrindo com o lençol
queria a proximidade, deixando sem graça a saudade
no final do longo dia...
Queria você aqui, no quadro que eu colori
barco, [pele em travessia]
como quando se entregar era sem medo
e salutar nunca assim, à revelia
E é você que faz do peso do asfalto, arco-iris, pluma leve
e me leva como que encanto, barco à vela
o sorriso,o riso dele,
e me faz lenta,
e me traz calma,
o dono daquela palma.
[,minhas]
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..me fale então!