domingo, 3 de outubro de 2010

Amar é transgredir

Minha mão é calma, e meus pés não são ligeiros
Amo como uma velha oleira, que lenta, cuidadosamente...
Como quem planta semente, dá forma a vasos bem belos
Não sou de usar o martelo, mas uso água em pedras duras
Não me dou com ditaduras, mas há quem ache tortura eu deixar que seja livre
Há quem fuja e quem esquive desse meu abraço bambo
Saiba que, o carnaval que sambo é feito de liberdade
Então, quem quiser vir comigo, no fim, descobre que abrigo
É um campo aberto: não grade!


Gil Costa

2 comentários:

  1. Costuma dizer vinha aqui me alimentar, comer do prato farto de arte ímpar que ofertas... hoje, duvido... penso então, venho beber da poesia fluida e pungente... embriagado de ti aqui, menina... genial, mágico, belo, suave, doce, envolvente e tudo o mais que possa usar pra adjetivar e que ainda assim dirá pouco a respeito do que é...

    Bjaum! ;)

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  2. Bambo / Sambo / Liberdade / Grande maravilhoso...

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..me fale então!