Faz parar essa chuva com seus olhos de mar, com o seu respirar, com a força do abraço, essa chuva de ausências, de raios, de dormencias, relâmpagos lassos, faz meu peito acalmar...Entre a cal dessa corva, e o mar que renova essa falta de ar, pois de tudo que é mudo, não há nada no mundo, pior que esperar.Faz a chuva parar, de regar as feridas, abertas da vida. Ah! se ela se misturasse, com o que corre em minha face, [nascentes doídas], e carregasse meu pranto, junto com meu desencanto, pra o inferno calmante de outras despedidas, seria enfim, seu beijo, aceito, pra selar minha partida.
[Gil Costa]
Antes mesmo de comentar o texto: adorei o layout novo do blog! ;)
ResponderExcluirChuva de dores que só cessa com acalento abraço... ;)
ResponderExcluirQuando nos prendemos ao amor que não tem mais porque existir, acbamos presos a esta lagrimas...
ResponderExcluirFique com Deus, menina Gil.
Um abraço.