Sabe o que eu faço com a falta dos meus versos?espero vir o teu sorriso e ousadia
[tentação pro meu espírito deserto]
que sem palavras agoniza e silencia;
Sabe o que faço se tua mão não está perto
e a minha mão treme sozinha tensa e fria?
espero vir teus doces braços bem abertos
que sem palavras cabem tudo o que eu queria...
Sabe o que faço com meus dias tão incertos
quando não tenho teus olhos dia a dia
e os teus lábios labirintos pra libertos?
Ah, eu possuo a tua pele a revelia
no meu sonho mais secreto e encoberto
onde até mesmo a alma goza e arrepia.
[Gil Costa]
Não sei pq sempre q venho aqui me surpreendo.. vc tem uma intensidade na forma de escrever é tão complexo e tão vivo...
ResponderExcluirè perfeito.
É uma boa espera, não é?
ResponderExcluirFique com Deus, menina Gil.
Um abraço.