sábado, 12 de junho de 2010

Na tua ausência.

Sabe o que eu faço com a falta dos meus versos?
espero vir o teu sorriso e ousadia
[tentação pro meu espírito deserto]
que sem palavras agoniza e silencia;

Sabe o que faço se tua mão não está perto
e a minha mão treme sozinha tensa e fria?
espero vir teus doces braços bem abertos
que sem palavras cabem tudo o que eu queria...

Sabe o que faço com meus dias tão incertos
quando não tenho teus olhos dia a dia
e os teus lábios labirintos pra libertos?

Ah, eu possuo a tua pele a revelia
no meu sonho mais secreto e encoberto
onde até mesmo a alma goza e arrepia.

[Gil Costa]




2 comentários:

  1. Não sei pq sempre q venho aqui me surpreendo.. vc tem uma intensidade na forma de escrever é tão complexo e tão vivo...
    è perfeito.

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  2. É uma boa espera, não é?

    Fique com Deus, menina Gil.
    Um abraço.

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..me fale então!