Quando ler nos meus olhos o exagero, e o fim de uma longa castidade
E quando tudo na gente for vontade...
As correntes que predem a alegria se soltarão gritando alforria
para os beijos da nossa mocidade;
Os vulcões dos melhores erros nossos, romperam larva quente,
e os poços minaram pecado em intensidade
formarão rios cheios de sentidos
sua voz soara em tom estremecido
declarando o fim da moralidade
imprimindo em nós um novo colorido
de tons rubros, bem mais que atrevidos
misturando libido e amizade.
Gil Costa;

Interessante, pois tem volupia...
ResponderExcluirFique com Deus, menina Gil Costa.
Um abraço.
gil...como sempre eu me encontro nas tuas palavras!!
ResponderExcluirbjs muitos, flor
Reencontrar a beleza do ato sem a vulgaridade contemporânea, e - a um só tempo - sem perder o fulgor e a intensidade carnal ou decair na candura e na pureza estéril que nada podem traduzir, é algo muito raro, sublime e para poucos... poetizar isso então chega ao patamar do precioso... Bjaum, menina! ;)
ResponderExcluirMeu Deus o que comentar????
ResponderExcluirEu li e reli e gostei e cada nova leitura eu gostava mais...
Eu quero comentar mas não sei o que dizer..
Lindo
PS. Vc é muito boa nisto.