e planeja uma chuva, de tarde
pra regar amores sepultados
e apagar toda chama que arde
está cinza, sangrando, cansado
assovia a pior despedida...
não se lembra onde acabou a vida
nem se um dia viveu animado
não quer mais costurar as feridas
não quer mais planejar o futuro
nem pensar se existem saídas
confessa ser muito imaturo
confessa ser, sim, suicida
medíocre, amargo e inseguro.
[,minhas]
Nossa, amei esse texto, me sinto completamente assim tbm neste momento da minha vida... Parece que essas palavras saíram do meu coração para o seu blog...rs.
ResponderExcluir^^
Bjos.
Isso vale pra todo mundo, Gil.
ResponderExcluirPodemos tentar disfarçar, mas os mais sagazes sempre sabem.
ℓυηα
mas as chuvas não vem sempre para levar embora as mágoas perdidas? Saiba tirar proveio dela... bjo garota que eu gosto, saudações musicais.
ResponderExcluirAPS
Então q a chuva venha e remova toda esta angustia q flutua em sua alma, q este desencorajado coração possa se encontrar depois da fuga e q ao passar a tempestade ele possa sentir o cheiro dela no chão de terra e q ao se abrir o sol ele perceba q mesmo tendo sido mortalmente esmagado há sempre a chance de recomeçar.. e assim sem nada ou motivos ele reviva em flor e sonhos.
ResponderExcluirLindo lindo lindo...
bj t+
Poesia bonita, mas triste...
ResponderExcluirSenão me engano, jogavam cinzas de sementes para adubar a terra...
Não seria algo do gênero, adubar a terra com amores falidos para que um novo e especial amor floresça (só para reforçar o final do texto)?
Fique com Deus, menina Gil.
Um abraço